Carla é jornalista de formação e trabalha como estrategista criativa, com foco em marketing, branding e direção criativa. No dia a dia, está sempre acompanhada de duas coisas: seu café e sua câmera analógica. Para ela, os dois fazem parte de rituais que conversam entre si.
Como começou sua relação com o Culto?
A minha relação com o Culto é bem antiga, eu conheci eles há bastante tempo. A primeira vez que eu fui para Montevidéu foi em 2020. Toda vez que eu vou fazer uma viagem, eu vou procurando qual cafeteria eu vou visitar, e o Culto apareceu de imediato e eu fiquei completamente apaixonada pelo lugar.
Como o café faz parte da sua rotina?
Da mesma maneira como eu estou acompanhada do meu café, eu estou acompanhada da minha câmera analógica. São dois tipos de ritual que conversam, são coisas que requerem muita atenção, requerem cuidado, requerem também que você fique treinando o seu olhar, o seu paladar, enfim.
A fotografia requer que a gente olhe para cima, olhe para o lado. E o café, eu sinto que também, quando você aprecia realmente de fato a bebida, você para e você sente.
O que significa fazer parte da comunidade do Culto?
Quando eu descobri que o Culto vinha para o Brasil, eu fiquei muito feliz, obviamente.
Fiquei ainda mais feliz quando vieram para São Paulo. Ter parte da comunidade tem a ver também com como a gente consegue trazer a marca e o café para dentro de casa. Ser parte do Clube de Assinatura, eu acho que foi a melhor maneira de conseguir fazer isso, porque todos os dias eu consigo ter o Culto dentro da minha rotina.
Para mim, o que é mais especial e o que traz todo o diferencial do Culto, é justamente o fato de que eu consigo ter cafés do Quênia, da Etiópia, da Colômbia, de outros lugares do mundo que têm cafés de excelência dentro da minha casa e dentro da minha rotina. Então, poder ser parte dessa comunidade que valoriza tanto o café como bebida, como cadeia de produção, eu acho que é muito legal.